Morte de diplomata americano na Líbia foi ação terrorista

O general que deixou a chefia da CIA há oito dias alegando como razão um caso extraconjugal afirmou ontem ao Congresso dos EUA que a morte de um diplomata americano na Líbia, em setembro, foi, sim, uma ação terrorista. 

David Petraeus negou que a renúncia ou o adultério tenham afetado seu testemunho. O depoimento, privado, foi relatado à mídia por membros da oposição presentes. 

Nos dias seguintes ao ataque que matou o embaixador Chris Stevens e outros três diplomatas dos EUA em Benghazi (Líbia), em 11 de setembro, o governo Barack Obama afirmou se tratar de uma ação espontânea, sem denotar falha grave de segurança. 

Nas últimas semanas, porém, admitiu que o ataque fora provavelmente planejado, enfurecendo os republicanos. 

Ontem, Petraeus declarou que a avaliação da CIA era que o consulado em Benghazi fora alvo de terroristas e não de manifestantes raivosos, afirmou o deputado Peter King. “Ele crê claramente agora no envolvimento terrorista”, disse.

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