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No dia internacional da dança…

A coreógrafa e bailarina argentina, Rosa Cagliani, faleceu nesta terça-feira, 29, no Hospital Memorial São Francisco, vítima de parada cardíaca. Cagliani era esposa do músico e maestro Carlos Anísio.

Rosa Cagliani se manteve engajada na produção da dança em João Pessoa desde os anos 80. A bailarina era funcionária do estado e mantinha curso de dança no Espaço Cultural e atualmente dirigia espetáculos para seu próprio grupo: “Apartamento Aptos Para Morar”(teatro) e “Mandrágora” com a sua companhia de dança.

Mandrágora e Aptos. Aptos para Morar, os espetáculos mais recentes dirigidos por Rosa, tiveram apresentações no Fenart 2008.

Fonte:: Paraiba.com

O delegado geral da Polícia Civil de São Paulo, Maurício José Lemos Freire, informou que a investigação sobre o roubo e a recuperação de duas obras do Museu de Arte de São Paulo (Masp) corre sob segredo de Justiça, para justificar porque não revelou detalhes de como ocorreram as prisões e a apreensão das obra. A informação consta de nota da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública.

 

Segundo a nota, Freire esclareceu que nem todos os envolvidos foram identificados e isso poderia prejudicar investigações futuras. “É evidente que eles não cometeram o crime para ficar com as obras. As diligências agora serão no sentido de descobrir quem encomendou ou para onde iriam os quadros”.

 

Os dois quadros roubados - “O lavrador de café”, de Candido Portinari, e “Retrato de Suzanne Bloch”, de Pablo Picasso - no dia 20 de dezembro foram recuperados no início da noite desta terça-feira. As obras de arte estavam em uma casa em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, encostadas em uma parede e protegidas por uma capa, de acordo com informações da Secretaria Estadual de Segurança Pública.

 

Avaliadas em US$ 55 milhões, cerca de R$ 100 milhões, as obras foram apreendidas em uma ação coordenada por policiais da 3ª Delegacia de Crimes contra o Patrimônio, sob a supervisão dos delegados Adilson Marcondes e Marcelo Teixeira Lima.

 

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública, Robson de Jesus Jordão, de 32 anos, foi preso no local, e Francisco Laerton Lopes de Lima, de 33 anos, havia sido detido no dia 27 de dezembro, na capital paulista.

 

A nota, distribuída nesta quarta-feira pela Secretaria de Segurança Pública, informa também que o delegado Lemos Freire, que esteve no Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic) nesta terça à noite, afirmou que “os dois homens presos participaram da ação no dia do furto e também estão envolvidos com as outras tentativas de roubo que ocorreram anteriormente.

 

Lima admitiu ter participado em uma das tentativas, mas negou o furto. Jordão, que foi preso hoje, possui uma extensa ficha criminal e era foragido da penitenciária de Valparaíso”, diz o comunicado. As informações são da Agência Brasil.

Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tentou tranquilizar a população brasileira sobre os casos de febre amarela verificados em Goiás e no Distrito Federal.

 

Segundo ele, não há necessidade de realizar uma vacinação em massa nos 18 estados suscetíveis à doença. Temporão disse ainda que as populações de áreas urbanas não correm risco porque a forma urbana da doença está erradicada no Brasil desde 1942.

 

Ele frisou que as pessoas que se deslocarem para áreas de mata devem se vacinar para evitar o risco de contrair a febre amarela silvestre, que não está erradicada no Brasil.

 

“Não há nenhuma necessidade de vacinação em massa nos estados sujeitos à doença porque não há nenhuma epidemia”, disse.


O vírus da febre amarela circula na natureza nas regiões Norte e Centro Oeste, em Minas Gerais e Maranhão. Além disso, há faixas de transição e de risco potencial no oeste de quatro  estados (Piauí, São Paulo, Paraná e Santa Catarina) e sul de outros dois (Bahia e Espírito Santo).

 

Forma silvestre

Segundo ele, nos últimos anos foram registrados alguns casos isolados da forma silvestre da doença, que tem se mantido em torno de dois ou três casos por ano. Temporão afirmou ainda que o país não registra caso da forma urbana da doença desde 1942.

 

“A situação está absolutamente sob controle. Desde 1942 não tem caso de febre amarela urbana no Brasil, apenas caso de febre amarela silvestre. As secretarias de saúde estão monitorando, acompanhando e informando adequadamente”, disse.

 

O ministro afirmou ainda que estão sendo providenciadas mais duas milhões de doses da vacina e que o Distrito Federal, onde várias postos de saúde ficaram sem a vacina, já está recebendo mais 100 mil doses.

Temporão também lembrou à população que a vacina tem validade de dez anos, não necessitando de nova dose no período.

 

“A vacina é plenamente eficaz durante dez anos, não tem necessidade de outra dose”, disse.

Justiça. Essa é a palavra citada pela professora Noyr Rondora Marques, ao ser questionada sobre o que espera no andamento do processo que ela move contra a Secretaria Municipal de Educação, motivado pela demissão dela de uma escola na zona rural da Capital. O desligamento da professora ocorreu após se tornar público o relacionamento amoroso que a mesma vivia com uma colega de profissão, Carmem Silva Geraldo, resultando em uma ação trabalhista na qual ela afirma ter sido discriminada por conta da opção sexual.

“Minha expectativa, agora, é de que seja feita Justiça. Acredito que Deus escreve certo por linhas tortas, e essa polêmica serviu para chacoalhar a sociedade”, afirmou, em entrevista ao Campo Grande News. O processo corre na Justiça do Trabalho, e nesta quarta-feira (9 de janeiro) serão ouvidas testemunhas da Secretaria Municipal de Educação e de Noyr Marques. A professora pede uma indenização de R$ 500 mil da prefeitura – R$ 250 mil por danos morais e o restante pela quebra unilateral de seu contrato de trabalho (ela era professora convocada).

“O valor que estamos pedindo na ação não é questionado. Nossa meta hoje é mais voltada para a reparação de muitas coisas erradas, como o preconceito”, prosseguiu Noyr Marques. Atualmente, a professora disse estar sem emprego, não necessariamente pela falta de propostas. “No momento não estou trabalhando por causa da repercussão do caso. Temos viajado muito, recebemos prêmio no Rio de Janeiro por conta desse caso, e participado de programas e eventos de Direitos Humanos”, comentou.

Noyr Marques ainda se mostra impressionada com as proporções que o caso tomou. “Nossa história chegou no exterior. Já houve gente da Espanha nos contatando, e o CDDH [Centro de Defesa dos Direitos Humanos] foi procurado por gente do Japão”, afirmou. “Toda caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo, que foi dado com essa nossa luta. E a repercussão ocorreu porque essa luta é de todo um segmento”, prosseguiu a professora.

Nesta tarde, o TRT em Campo Grande ouvirá testemunhas da Semed e das professoras. Em audiências anteriores, as partes não chegaram a um acordo.

O presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), Sérgio Marcolino Longen, considera o aumento de 0,38% na alíquota do IPF (Imposto sobre Operações Financeiras) e a elevação de 9% para 15% da alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) para o setor financeiro como uma clara demonstração de poder por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em retaliação à extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) pelo Senado Federal.

Segundo Longen, o Governo Federal não poderia contar com os recursos que seriam arrecadados com a CPMF, pois ela terminava no fim do ano passado.

“Esse anúncio feito na semana passada foi um tiro à queima roupa. Ele (Lula) quis dizer que se o Congresso não aceitava por bem, teria de aceitar por mal”, analisa, completando que a indústria vai sofrer o impacto, pois trabalha com empréstimos bancários, ou seja, a alta do IOF vai comprometer os investimentos previstos para este ano no Estado por parte do setor industrial, provocando um efeito cascata que atingirá também o consumidor final.

“Essa medida atrapalha o nosso desenvolvimento, já que encarece o investimento. A União jogou um balde de água fria no trabalho realizado para melhorar a capitação de investimentos pelo setor”, avalia Logen.
Para ele, a União não tinha necessidade, neste momento, de buscar novos impostos para compensar o fim da CPMF, pois obteve superávit fiscal no ano passado, arrecadando perto de R$ 600 bilhões em 2007.
Esses recursos, conforme o presidente, seriam mais do que suficientes para atender às demandas orçamentárias com os programas sociais, como o Bolsa Família e a Emenda 29 à Constituição, que vinculou os recursos federais destinados para a saúde à variação do PIB (Produto Interno Bruto).

Para Longen, enquanto o Governo Federal não reduzir as despesas não vai ter carga tributária suficiente para suprir os gastos do Estado.
“A União gasta primeiro e depois corre atrás para cobrir as despesas”, declara o presidente da Fiems, cobrando menos impostos e mais eficácia da máquina pública por meio de reformas estruturais e desburocratização.

Um juiz americano ratificou hoje a extradição do ex-general panamenho Manuel Antonio Noriega à França, ao avaliar que sua condição de prisioneiro de guerra não impede que responda nesse país por acusações de lavagem de dinheiro.

O juiz Paul Huck negou um segundo pedido de habeas corpus a Noriega após decidir que a França forneceu suficientes garantias que o ex-militar panamenho estará sob proteção da Convenção de Genebra, inclusive se não lhe for outorgado status de prisioneiro de guerra.

Huck informou à defesa que nos próximos dias entregará uma certidão que permitirá aos advogados do ex-general recorrer da decisão perante o 11º Tribunal de Apelações de Atlanta.

Em uma audiência de quase uma hora Huck disse que estava de acordo com a sentença do juiz William Hoeveler, que em setembro passado rejeitou os argumentos que Noriega não devia ser enviado à França porque isso violaria a Convenção de Genebra sobre prisioneiros de guerra.

“Este é um caso excepcional, não acho que a Convenção de Genebra tenha sido desenhada contemplando este tipo de situação”, expressou Huck.

Tropas americanas invadiram o Panamá no dia 20 de dezembro de 1989 e no mês seguinte detiveram Noriega, que foi enviado aos EUA, onde em 1992 foi julgado e condenado a 40 anos de prisão, acusado de permitir o envio a este país dos embarques de cocaína do desaparecido cartel colombiano de Medellín.

A pena foi rebaixada para 30 anos por já ter cumprido prisão e depois para 20 “por boa conduta”, dos quais cumpriu 17 no dia 9 de setembro do ano passado, dia em que deveria ser posto em liberdade, mas permanece em uma prisão de Miami à espera de que se defina sua situação.

“O (Noriega) vai receber os benefícios que desfrutou como prisioneiro de guerra aqui (nos EUA)”, afirmou o juiz na audiência judicial da qual não participou o que foi o homem forte do Panamá entre 1983 e 1989.

Seus advogados insistiram hoje em que não existem garantias que a França vá respeitar o estabelecido na Convenção de Genebra porque não planeja dar-lhe status de prisioneiro de guerra.

A Promotoria Federal informou que o Governo da França não pode considerá-lo prisioneiro de guerra porque esse país não esteve envolvido em nenhum tipo de hostilidade com o Panamá, embora tenha garantido que lhe outorgará os mesmos benefícios que Noriega recebeu nos últimos 15 anos nos EUA.

A França pediu a extradição de Noriega após julgá-lo culpado à revelia, em 1999, da lavagem de cerca de R$ 3,1 milhões, delito pelo qual o condenou a dez anos de prisão.

A situação de Romário no caso de doping está cada vez mais complicada. Nesta quarta-feira, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Rubens Approbato Machado, negou o pedido de reconsideração do efeito suspensivo feito pelo departamento jurídico do Vasco.

Com a recusa do presidente do STJD, Romário terá de torcer para que a data do novo julgamento a que tem direito seja marcada logo na próxima semana. Caso o contrário, ele perderá a estréia do Vasco no Campeonato Carioca, dia 20, contra o Madureira.

Além da decisão desfavorável da Justiça, o Baixinho sofreu revés na terça-feira, quando o Ministério do Esporte divulgou que a substância finasterida permanece no grupo de proibidas para 2008, atrapalhando os planos de defesa do atacante.

Imagem mostra piscina em uma das casas de Abadia que irá a leilão Três dos cinco imóveis do traficante Juan Carlos Abadia, 44 anos, leiloados, foram arrematados hoje por um total de 4,3 milhões. As duas mansões com os valores mais altos atingiram 3,65 milhões. Uma mansão localizada num condomínio de luxo em Angra dos Reis (RJ), avaliada em R$ 1,1 milhão, foi vendida por 1,6 milhão. A outra, avaliada em R$ 1,5 milhão e localizada em Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC), foi arrematada por R$ 2,05 milhões.

Um sítio situado no bairro do Cervo, com área de 20.57,00 hectares (8 alqueires), com uma casa antiga, em Pouso Alegre, em Minas Gerais, saiu por R$ 650 mil.

A Justiça também havia colocado em leilão uma fazenda em Guaíba (RS) por R$ 1,7 milhão e uma casa localizada em Aldeia da Serra (SP), avaliada em R$ 877.369,00. Elas não tiveram lances.

As pessoas que arremataram os imóveis terão de efetuar o pagamento integral em até 72 horas, conforme previsto do Código de Processo Civil.

Piloto de testes da McLaren, o veterano espanhol Pedro de la Rosa, 36 anos, afirmou nesta quarta-feira que só continua na equipe por ter esperanças de ocupar uma vaga como piloto principal.

O espanhol ficou desapontado com a decisão da escuderia de trazer um piloto de fora para ocupar a vaga do compatriota Fernando Alonso, que foi para a Renault.

“Não foi a decisão que esperava, mas não posso olhar para trás. Meu trabalho é pensar no futuro, com a mesma vontade de antes”, declarou o piloto, em entrevista ao jornal Marca.

De la Rosa teve a mesma decepção quando a McLaren trouxe Lewis Hamilton para a temporada de estréia em 2007, ao lado de Alonso. Mas não desiste.

“Enquanto a possibilidade de correr existe, vou continuar. No dia em que eu perceber que não há chances, vou reconsiderar a situação”, completou De la Rosa.